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Em uma cidade orientada pelo modelo rodoviarista, o uso da bicicleta e de outras formas sustentáveis de transporte, mais do que uma urgência em relação à mobilidade urbana, tornou-se uma forma de afirmação crítica e contestação. Acima de tudo, trata-se de questionar o modelo de espaço público no qual a prioridade é a máquina individual símbolo da diferenciação social em detrimento do poder do corpo.O cartaz “Tecnologia do Corpo” se inseriu nas ações que defendem a inserção da bicicleta como transporte meio de transporte possível e desejável.