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Praças (Im)possíveis são bicicletas de carga adaptadas com bancos, guarda-sóis e floreiras que ora se configuram como veículos, ora se transformam em pequenas praças articuladas, territórios temporais de encontro lúdico, desaceleração e confronto às formas de ocupação e relação no território urbano moldadas pela cultura do automóvel e seus regimes de individualização. 

Esses dispositivos móveis são ativados em passeios-performances que provocam fissuras nas dinâmicas de trânsito cotidianas, reinserindo o jogo, o prazer e o afeto como valores políticos.