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O arquiteto alemão Hans-Walter Muller, reconhecido mundialmente pelos seus projetos de estruturas arquitetônicas infláveis, criou um projeto para a praça de esculturas do parque do Ibirapuera. A responsabilidade pela execução e coordenação do projeto inédito, cuja forma arquitetônica é reconfigurada pela quantidade da pressão de bombeamento interno, ficou a cargo do Bijari, que também assinou a ambientação audiovisual.O conceito de uma arquitetura mutante, cujo espaço se modifica constantemente, interferindo na topografia onde se insere, inspirou o Bijari a pensar uma forma de ocupar esse espaço flexível de modo a sobrepor outros desvios e desdobramentos.Inspirados por referências como a música experimental de Jonh Cage e pela ciber-arquitetura dos filmes de ficção científica, a idéia foi pensar luz, som e tato como possibilidades de composições arquitetônicas de modo a integrar todo sistema em um só organismo vivo e pulsante. No espaço interno uma escultura cilíndrica busca expandir a percepção visual ao criar a sensação de um abismo.